quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Nossa Senhora da Esperança - 15 agosto

História
Nossa Senhora da Esperança é mais um título dado a Nossa Senhora.
A devoção à santa é de longa data, antes mesmo da descoberta do Brasil; e bastante difundida, principalmente, entre os navegantes portugueses.

Por viverem as aventuras e perigos nas travessias de mares e oceanos, os navegadores invocavam a proteção da Virgem Maria, na esperança de voltarem sãos e salvos para casa. A fé era tão grande que eles carregavam a imagem por onde fossem.

No Brasil, a crença chegou junto com a imagem de Nossa Senhora da Esperança, trazida pelos colonizadores portugueses, no momento da descoberta, em abril de 1500.

Conta-se que, ao chegar a terras brasileiras, Frei Henrique de Coimbra, membro da expedição de Pedro Álvares Cabral, presidiu a primeira Celebração Eucarística, que contou com a presença da imagem da Sta. no altar improvisado.

Dois dias após a descoberta, Cabral construiu uma capela para acolher a Santa, onde ficou sob os cuidados dos frades franciscanos até o século XVIII, quando retornou a Portugal.
A estátua foi embora, mas a fé não.
Desde então, várias paróquias e capelas foram construídas e consagradas à Santa, aqui no Brasil.

Na Arquidiocese de Brasília, existem duas paróquias dedicadas a Nossa Senhora da Esperança. Uma está localizada na Asa Norte e outra em Vicente Pires.

Imagem de Nossa Senhora da Esperança


A imagem de N. Senhora da Esperança foi esculpida em pedra e mostra a Virgem Maria, que carrega o menino Jesus no braço esquerdo e uma pomba, representando o Espírito Santo, no ombro direito.

Oração a Nossa Senhora da Esperança
Senhora da Esperança, tua alegria era fazer a vontade do Pai. Tua vida era estar atenta às necessidades dos outros. Intercede por nós! Quando nossa fé vacila, quando somos tentados a desesperar.
Senhora da Esperança, intercede por nós! Quando fechamos o coração, Quando consentimos à injustiça; Senhora da Esperança, intercede por nós!
Quando parece ser difícil seguir teu filho, quando nos cansamos de fazer o bem, Senhora da Esperança, intercede por nós! Quando o não se antecipa ao nosso sim, leva-nos a Jesus Cristo, nossa esperança.Amém.

http://www.arquidiocesedebrasilia.org.br/noticias.php?cod=3873
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Nossa Senhora da Esperança 15 de agosto A devoção à Nossa Senhora da Esperança é muito antiga na Igreja. Ela remonta aos primeiros séculos do Cristianismo. Foi oficialmente reconhecida em 656, no Concílio de Toledo. Na Espanha a mesma devoção é conhecida sob o título de “Nossa Senhora do Ó”. Este nome está intimamente ligado ao Advento, tempo litúrgico em que a Igreja comemora o período de espera do Salvador prometido. No Ofício Divino da última semana que precede a festa de Natal, encontramos sete antífonas referentes à vinda de Cristo e todas elas começam com a exclamação “Ó Sabedoria...”, “Ó Emanuel...”, “Ó Raiz...” Daí a expressão “N. Sra. do Ó”. Da Espanha essa devoção se espalhou pela Europa, sendo conhecida em Portugal com o nome de Nossa Senhora da Esperança. Em certos países da Europa, costuma-se dizer, ainda hoje, que uma senhora “está na esperança” quando ela aguarda um bebê. Por isso, “N. Sra. do Ó” se chama também “N. Sra. da Esperança”. De Portugal a devoção à N. Sra. da Esperança foi trazida para o Brasil pelos primeiros colonizadores portugueses que aqui chegaram, porque seu culto havia se afervorado no ciclo dos descobrimentos pela intensa fé dos navegadores que, sob a sua proteção, se aventuravam “por mares nunca d’antes navegados”. No dia 26 de abril de 1500, Frei Henrique de Coimbra celebrava a primeira missa em terras brasileiras. E, sobre o altar improvisado, encontrava-se a imagem de N. Sra. da Esperança, que acompanhara a expedição de Cabral, desde Portugal. Uma prova deste fato encontramos na obra de Damião Peres, “História da Colonização Portuguesa no Brasil”, editada no Porto em 1924. 


Na página 25 desta obra, Jaime Cortesão nos apresenta uma gravura de N. Sra. com a seguinte inscrição: “Imagem de N. Sra. da Esperança, que acompanhou Pedro Álvares Cabral na viagem do descobrimento do Brasil”. Mas, onde se encontraria aquela imagem histórica? Na obra citada acima, não encontramos outras referências. Hoje, entretanto, já temos uma resposta satisfatória. É G. Herstal quem no-la dá, em seu livro: “Imagens religiosas do Brasil”, editado em São Paulo, em 1956. Ali ele nos diz claramente que ela se encontra “... na quinta de Belmonte, em Portugal...”. Uma réplica desta mesma imagem histórica foi trazida, no dia 23 de abril de 1969, de Portugal para o Brasil, desta vez, porém, de avião. No dia 26 a imagem foi colocada sobre um altar improvisado no local onde era o barracão e posteriormente, após a conclusão de nossa igreja, para ela transferida.

http://www.nospassosdemaria.com.br/Datas%20Marianas/NS%20da%20Esperan%C3%A7a-15ago.pdf
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vide site:http://www.adf.org.br/home/o-descobrimento-da-america-foi-uma-graca-de-nossa-senhora-da-esperanca-leia-aqui-para-conferir/
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HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
Os fiéis sempre invocavam o nome de Maria com a esperança de que Ela os ajudasse a resolver seus problemas pessoais. Assim este título não é novo, pois a Mãe de Deus na liturgia romana tem sido denominada "esperança dos desesperados". 

O mais antigo Santuário de Nossa Senhora da Esperança de que se tem notícia é o da cidade de Mezières, na França, construído no ano de 930; depois dele, vários outros foram erigidos.

Em Portugal, este culto desenvolveu-se muito na época das grandes descobertas marítimas, figurando dentre os seus devotos o comandante Pedro Álvares Cabral, que possuía uma bela imagem da padroeira em sua residência, trazendo-a consigo em sua viagem às Índias.

A imagem da Santa foi trazida ao país e foi exibidas nas duas missas do descobrimento, celebradas pelo Frei Henrique de Coimbra. 

Em documentos preservados, Cabral revelou o desejo de manter um círio (vela) para iluminar sempre a imagem de Nossa Senhora da Esperança, de sua propriedade, carregada na viagem por ele capitaneada e que zarpou do Tejo aos 9 de março de 1500, regressando aos 23 de junho de 1501. Comprova-se, portanto, que o Brasil foi descoberto sob o olhar terno e protetor da Mãe da Esperança.
A imagem de Nossa Senhora da Esperança do navegador foi colocada em uma capela construída especialmente por Cabral para abrigá-la. Até o século XVIII a capela, deixada sob a guarda dos frades franciscanos, seria mantida por descendentes do descobridor oficial do Brasil. Atualmente, a imagem da Santa se encontra no altar de São Tiago, na vila de Belmonte, em Portugal. Foi trazida novamente ao nosso país durante o Congresso Eucarístico Internacional do Rio de Janeiro, em 1955.

A imagem clássica portuguesa da Senhora da Esperança foi esculpida em pedra, pesa 90 quilos e representa a Virgem Maria de pé com o menino Jesus sentado em seu braço esquerdo, segurando com a mão direita o pezinho dele. 

O Divino Infante aponta com a mãozinha direita para uma pomba (símbolo do Espírito Santo), que repousa sobre o braço direito de sua Mãe. Nos tempos modernos a devoção a Nossa Senhora da Esperança foi revivida após a aparição da Virgem Maria em Pontmain, nos dias terríveis da segunda invasão prussiana (1870-1871), quando o inverno, a fome e a guerra se uniram para castigar o povo francês.

Foram inúmeras as graças alcançadas no lugar da aparição e pouco depois se ergueu ali uma bela basílica, que foi entregue aos cuidados dos padres Oblatos de Maria Imaculada.
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ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
Senhora da Esperança, tua alegria era fazer a vontade do Pai. Tua vida era estar atenta às necessidades dos outros. Intercede por nós! Quando nossa fé vacila, quando somos tentados a desesperar.
Senhora da Esperança, intercede por nós! Quando fechamos o coração, Quando consentimos à injustiça; Senhora da Esperança, intercede por nós! 
Quando parece ser difícil seguir teu filho, quando nos cansamos de fazer o bem, Senhora da Esperança, intercede por nós! Quando o não se antecipa ao nosso sim, leva-nos a Jesus Cristo, nossa esperança.
Amém
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Nossa Senhora da Esperança de Pontmain.

Os fiéis sempre invocaram o nome de Maria com a Esperança que ela os ajudasse a resolver seus problemas pessoais. Assim este título não é novo, pois a Mãe de Deus na liturgia romana tem sido dominada “Esperança dos desesperados ”.

Algumas vezes ela é também invocada é identificada como a Senhora do Amor Divino, da Expectação, ou do Ó, pois em alguns lugares esta devoção se referia à Esperança do Parto, pelo qual a virgem Maria daria à luz brevemente o filho de Deus. Neste caso ela era representada grávida, tendo sobre o seio a pomba Divina, símbolo do Espírito Santo.

O mais antigo santuário de Nossa Senhora da Esperança de que se tem notícia é da cidade de Mezières , na França, construído no ano de 930. Depois dele vários outros foram erigidos, espalhando-se este orago por toda a Europa.

Em Portugal, este culto desenvolveu-se muito na época das grandes descobertas marítimas, figurando entre os seus devotos o comandante Pedro Álvares Cabral, que possuía uma bela imagem da Padroeira em sua residência trazendo-a consigo em sua feliz viagem às Índias; esta ele recebeu como presente do Rei Dom Manoel, juntamente com o Cetro Real, por ocasião da sua Viagem ao Descobrimento do Brasil. As primeiras missas nesta terra (Ilha de Vera Cruz), foram celebradas por Frei Henrique Soares, de Coimbra ofm, na qual se fez por aqui as primeiras invocações a Nossa Senhora da Esperança.

O Brasil foi, portanto, descoberto, sob o olhar terno e protetor da Mãe da Esperança. Uma efígie histórica mostra a Virgem Santíssima com o Menino Jesus sentado em seu braço esquerdo e apontado para uma pomba, que repousa sobre seu braço direito. Ela está atualmente na cidade de Belmonte, numa capela onde diz ter sido batizado o descobridor do Brasil, e foi trazida novamente ao nosso país durante o Congresso Eucarístico Internacional do Rio de Janeiro, em 1955.

Nos tempos modernos a devoção a Nossa Senhora da Esperança foi revivida em Saint Brieuc, na Bretanha, e espalhou-se de maneira excepcional após a aparição de Virgem Maria em Pontmain, nos dias terríveis da invasão prussiana, quando o inverno, a fome a guerra se uniram para castigar o povo francês.

O dia 17 de janeiro foi em 1871 especialmente sombrio para a história da França. Paris estava sitiada e as tropas estavam em retirada. O Bispo de Saint Brieuc, desesperado, fez um voto solene para Nossa Senhora da Esperança para que salvasse sua pátria e ordenou que o mesmo fosse lido na catedral às seis horas da tarde. Mais ao menos a essa hora, na vila Pontmain, próxima às linhas inimigas, o Sr.Barbedette terminava em seu celeiro o trabalho cotidiano, auxiliados pelos filhos Eugênio de 12 anos e José, de 10. Escurecia e o mais velho, cansado, saiu um, pouco para espairecer e ver como estava o tempo lá fora.

Qual não foi sua surpresa, quando sobre uma casa próxima, a poucos metros de distância, avistou uma jovem senhora resplendente de luz e de incomparável beleza, vestido um traje azul salpicados de brilhantes estrelas e calçando sandálias azuis com fivelas douradas. Sobre a cabeça apresentava um véu preto e por cima uma coroa de ouro alta na frente e diminuindo a trás. O menino contemplava extasiado a maravilhosa aparição, quando uma vizinha saiu de casa: “Joana”, disse-lhe Eugênio, “a senhora não enxerga nada lá em cima da casa do vendedor de fumo?” Por mais que olhasse, contudo, ela nada conseguiu avistar, o mesmo acontecendo com o Sr. Barbedette. Porém seu irmãozinho José logo percebeu a visão e, além de descrevê-la do mesmo modo que Eugênio, exclamava entusiasmado: “Como é linda! Como é linda!”

A mãe das crianças também nada enxergou, mesmo colocando os óculos, por isso achou que era uma alucinação dos meninos e levou-os para jantar. Algum tempo depois eles tiveram licença para sair e viram que a bela senhora continuava em pé no mesmo lugar.

O Sr. Vigário e a irmã Vitaline, professoras dos videntes, chamados no local nada puderam ver; no entanto duas meninas internas, que acompanhavam a Irmã, contemplaram a celestial aparição e demostraram grande alegria ao vê-la sorrir. Emocionada, a multidão de curiosos que ali se encontrava, a convite de vigário, prosternou-se e começou a rezar.

Aos poucos a visão foi se transformando aos olhos das crianças. Apareceu em volta da Senhora uma fita azul com quatro velas, duas na alturas dos ombros e duas nos joelhos. Mais tarde uma fita muito grande se desenrolou sob os pés da Virgem e uma pena invisível escreveu os seguintes: “Mais rezais, meus filhos, Deus vos atenderá dentro em breve. Meu filho se deixa enternecer”. Viram depois nas mãos de Maria um crucifixo vermelho e uma estrela, que dando volta em torno da Senhora acendeu as quatro velas, parando em seguida sobre sua cabeça. Finalmente as 20h45 um véu preto subiu pouco a pouco e escondeu a aparição.

Este fato extraordinário despertou um grande interesse na região, principalmente depois foi assinado o armistício, terminando a sangrenta guerra entre a França e a Alemanha. O bispo de Laval, após detalhados exames sobre o assunto, publicou a 2 de fevereiro do ano seguinte uma pastoral admitindo a realidade da aparição e autorizando o culto da Virgem Maria sob o título de Nossa Senhora da Esperança de Pontmain.

Por haver tantas devoções que partem do mesmo princípio, a Esperança, não há uma só iconografia. Existem hoje aproximadamente 20 paróquias com essa devoção no Brasil.

Oração a Nossa Senhora da Esperança
Senhora da Esperança,
tua alegria era fazer a vontade do Pai.
Tua vida era estar atenta às necessidades dos outros.
Intercede por nós! Quando nossa fé vacila,
Quando somos tentados a desesperar.
Senhora da Esperança, intercede por nós!
Quando fechamos o coração,
Quando consentimos à injustiça;
Senhora da Esperança, intercede por nós!
Quando parece ser difícil seguir teu filho,
Quando nos cansamos de fazer o bem,
Senhora da Esperança, intercede por nós!
Quando o não se antecipa ao nosso sim,
Leva-nos a Jesus Cristo, nossa esperança.
Amém.
fonte:http://paroquiansesperanca.org.br/padroeira/
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NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
O Brasil nasceu sob o olhar de Nossa Senhora da Esperança. O culto a ela data de muitos séculos e tornou-se intenso à época dos descobrimentos pela fé dos navegadores que, sob proteção da Virgem, se aventuravam “por mares nunca dantes navegados”. Na região portuguesa de Belmonte, terra de Pedro Álvares Cabral, uma imagem foi entregue a ele pouco antes de as caravelas zarparem e chegarem a Porto Seguro, em 22 de abril de 1500. No dia seguinte, um domingo, Frei Henrique de Caneca celebrou a primeira missa em solo brasileiro no altar improvisado, erguido à sombra da cruz, onde pousava a imagem de Nossa Senhora da Esperança.

Ipatinga também cresceu sob o olhar da Virgem, que dá nome à primeira paróquia fundada no distrito, então pertencente a Coronel Fabriciano. A localidade crescia vertiginosamente com a construção da Usiminas, recebendo centenas de trabalhadores que aqui aportavam com a esperança de uma vida melhor. Como os navegadores portugueses, os operários da siderúrgica se aventuravam no desconhecido em busca do novo “Eldorado”, em terra de doenças endêmicas, sem infraestrutura, com as florestas devastadas pela ação dos carvoeiros.

A Usiminas deu certo, surgiu uma cidade bem projetada e a igreja, no bairro Horto, testemunhou toda essa história. Fundada em 15 agosto de 1960 pelo arcebispo de Mariana, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, quatro anos antes da emancipação política de Ipatinga, alçada então a município. Em 2010, vários eventos religiosos marcaram o cinquentenário da paróquia, promovidos sob a batuta do atual pároco, padre Elder Luiz Silva, com a presença de monsenhor Avelino Marques Canuto, que não só presenciou, mas desempenhou papel notório na história da cidade.

Fonte: Ipatinga Cidade Jardim

fonte:http://www.euamoipatinga.com.br/pracas/noticias.asp?codigo=51

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Nossa Senhora da Esperança de Pontmain
Pontmain é uma aldeia muito pequena, localizada em Saint Brieuc, na Bretanha, França. Da mesma forma que dificilmente se encontra a aldeia nos mapas, suas casas se escondem entre as ruínas de uma fortaleza. Neste lugar tão bucólico os cristãos dos tempos modernos reviveram a devoção da Virgem da Esperança. Durante a guerra franco-prussiana, iniciada em 1870, trinta e oito rapazes de Pontmain foram convocados como soldados de frente de batalhas. Antes de partirem, para lhes obter especial proteção celeste, o pároco de Pontmain os consagrou à Virgem Maria. 
De fato, a seqüência dos acontecimentos se mostrava cada vez mais favorável ao exército prussiano, que avançava vitorioso sobre os domínios da França. Em janeiro de 1871, o povo francês vivia dias dramáticos, pois sofria com a carestia e as doenças causadas por um rigoroso inverno associado à guerra. No dia 17 deste mês, as tropas prussianas sob o comando de Bismarck já haviam capturado a cidade de Paris e feito o imperador Napoleão III prisioneiro. Pretendiam invadir a aldeia de Pontmain. No dia 17 de janeiro de 1871, a Virgem Maria apareceu na aldeia de Pontmain e impediu o avanço contínuo dos prussianos. Ela surgiu no céu estrelado sobre uma casa, às dezoito horas, e foi vista apenas por quatro crianças. Os irmãos Eugênio e José Barbedette, com doze e dez anos, respectivamente, foram os primeiros a verem o vulto da bela senhora: vestida com uma túnica azul-royal toda bordada de estrelas douradas, e um grande crucifixo vermelho nas mãos. A descrição foi confirmada, logo a seguir, por duas meninas: Joana Maria e Francisca, que também viram Nossa Senhora. A notícia se espalhou e os habitantes se reuniram na praça com o pároco, para orar à Virgem Santíssima. A aparição durou três horas e neste período as crianças citavam, uma a uma, as palavras que surgiam escritas na faixa branca estendida sob os pés de Nossa Senhora. No final da mensagem dizia: "Rezem, meus filhos, Deus logo escutará vossas orações, meu Filho se deixa comover". Então o crucifixo vermelho desapareceu e as mãos da Virgem pareciam apontar na direção da Alemanha. Na mesma noite, as tropas cessaram o avanço e em três dias se retiraram. No dia 28 de janeiro foi assinado o armistício que pôs fim à guerra, acabando com o sofrimento dos franceses. O retorno à Pontmain dos trinta e oito rapazes sãos e salvos permitiu observarem mais uma vez o grande poder de intercessão da Virgem Maria junto ao seu Filho. O local da aparição se tornou meta de peregrinação. Iniciou-se a construção de uma belíssima igreja, no estilo gótico. O bispo aprovou o culto à Nossa Senhora da Esperança de Pontmain já em 1872. Os dois irmãos videntes: Eugênio e José, se tornaram sacerdotes; Joana Maria ingressou no convento e Francisca se formou professora atuando na escola da paróquia. Hoje a igreja é uma Basílica Santuário e está sob os cuidados dos Padres Oblatos de Maria Imaculada.



fonte:http://www.a12.com/santuario-nacional/formacao/detalhes/nossa-senhora-da-esperanca-de-pontmain

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