quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Mediação da Virgem


Confiança na gloriosa mediação da Virgem
Creio que a única solução para quem se encontra em uma situação angustiante é lançar uma âncora. Só que ao invés de joga-la no mar deve lança-la nas nuvens, esperando que o Céu a segure. Ou seja, é preciso ter confiança.

E é tanto mais provável que o Céu atenda seu apelo, quanto mais terá sido sua confiança na hora de jogar a âncora.

Quanto mais a alma for própria a dar‑se, quanto mais for generosa em dedicar-se ao serviço de Deus e de Maria Santíssima, tanto mais ela acreditará, no momento da provação e da angústia, que Nossa Senhora fará por ela o inconcebível em matéria de socorro, de amparo, de solicitude.

Há determinadas circunstâncias nas quais percebemos claramente que uma ação nossa corresponde ao plano da Providência para conosco, mas, ao mesmo tempo, de acordo com as disposições humanas, tal realização é por inteiro improvável. A âncora foi jogada para o Céu.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Nossa Senhora da Caridade do Cobre

HISTÓRIA - Padroeira de Cuba
Em Cuba, certa manhã de 1607 ou 1608, dois irmãos indígenas, João e Rodrigo de Joyos, e o crioulo João Moreno, de mais ou menos uns 10 anos, foram enviados pelo administrador das estâncias de Varajagua às costas de Nipe, para de lá trazerem certa quantidade de sal. Chegando lá encontraram um mar agitadíssimo por causa de um forte vento que soprava e da chuva que caía. Perceberam então que era impossível executar a tarefa a qual foram encarregados. Refugiaram-se em uma choça e lá permaneceram durante três dias, até que a tempestade cessou e puderam embarcar em uma canoa para dirigir-se às salinas da costa.

Pelas 5 horas da manhã, perceberam um vulto, que flutuava na direção deles. Pensaram, em princípio, se tratar de uma ave aquática, mas, ao se aproximarem do vulto, notaram que era uma imagem de Nossa Senhora, que vinha sobre uma tábua, na qual se lia a seguinte inscrição: “Eu sou a Virgem da Caridade”. A imagem tinha o rosto redondo, de cor clara, e sustentava no braço esquerdo o menino, que levava em uma das mãos a esfera, símbolo do mundo, tendo a outra levantada em atitude de dar a bênção. Ela inspirava respeito e veneração.

Os meninos então recolheram a imagem, e perceberam que nem a orla do vestido de Nossa Senhora havia se molhado. Recolheram também, com muita pressa, a quantidade de sal que deveriam levar, e conduziram com muito cuidado a imagem para a estância de Varajagua.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Nossa Senhora Mãe da Divina Providência

“Nossa Senhora Mãe da Divina Providência: A Virgem Maria esta revestida de uma túnica purpúrea e de um manto azul; um véu transparente lhe cobre a cabeça, recaindo elegantemente sobre os ombros. Ela aperta amorosamente ao seio virginal a criança que segura nos braços, e dirige suavemente olhar para o rosto adorável do mais belo dentre os folhos dos homens. O menino não tem aureola, o que indica, na opinião de um cônego distinto, que Ele, além de ser o Filho de Deus, representa também os filhos dos homens. A mãozinha de Jesus, agrada a mão da Virgem, indica a confiança, o abandono, a fé inquebrantável com que o coração humano deve, na hora do perigo, recorrer àquela que é Refugio dos atribulados.

O quadro da Virgem Maria, obra-prima de Scipione Pulzone, a pintura , que tem 54cm de altura sobre 42cm de largura, foi colocada no oratório situado no primeiro andar do Convento de São Carlos. O quadro célebre foi  exposto à veneração pública em Roma em 1659 o Papa Alexandre VII.

A devoção a Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, começou a ser divulgada no Brasil, em agosto de 1903 com a chegada dos Padres Barnabitas” ( LECOURIEX,  Paulo Maria. A Providência de Maria)

“Convictas de que um carinho seguro para chegar a Cristo é a devoção a Santíssima Virgem Maria, rezemos todos os dias, possivelmente em comum, o Terço e, nos tempos a ela dedicados, particularmente na solenidade da Assunção, façamos outras piedosas praticas, como indica nosso livro de Orações.
O Anjo do Senhor, recitado pela manhã, ao meio dia e à noite, nos faça meditar sobre a disponibilidade de Maria, intimamente associada à obra redentora de seu Filho.
Alimentemos a devoção a Nossa Senhora Mãe da Divina Providência e celebremos a sua festa, com amor filial, no sábado que precede o terceiro domingo do mês de novembro.” ( Diret. Geral Art. 46)

Oração a Nossa Senhora Mãe da Divina Providência
Virgem Imaculada da divina Providência, prostradas aos vossos pés, rogamos com a confiança de filhas prediletas e pedimos a graça de um particular auxílio. Ó nossa Mãe, Maria Santíssima, vede em quantas necessidades nos achamos, tanto espirituais como temporais! Ó vinde depressa, querida Mãe, e mostrai a todos que nos socorreis e consolais! Amém!
Mãe da Divina Providência, rogai por nós!

fonte: http://www.beneditinasdp.org.br/devocoes.php

domingo, 28 de agosto de 2016

Nossa Senhora da Lampadosa

NOSSA SENHORA DA LAMPADOSA

Entre as inúmeras ilhas do Mediterrâneo, a de Lampadusa, situada entre Malta e Tunísia, teve a honra de ter dado seu nome a uma invocação da Virgem Maria. Com seus vinte quilômetros quadrados de extensão, esta ilha, subordinada a província sociliana de Agrigento, após ter sido duramente bombardeada durante a última guerra, abriga atualmente uma colônia penal italiana.

Foi desse pedaço de terra perdido no mar Mediterrâneo que, segundo a tradição, escravos negros trouxeram a imagem de Nossa Senhora da Lampadusa (ou Lampadosa), venerada ainda hoje no Rio de Janeiro em pequenina igreja pertencente a uma organização religiosa de pretos e mulatos.

Inicialmente a irmandade se abrigava na igreja do Rosário; mais tarde recebeu doação de algumas braças de terra no campo da Polé e ali iniciou a construção de sua capela, que foi inaugurada em 1748. A princípio, como podemos ver numa estampa de Debret e de acordo com os cronistas da época, era Lampadosa um templo feio e acanhado. O padre Luís Gonçalves dos Santos, em suas memórias para servir ao reino do Brasil, descreve-a como “uma capela indecente e pobríssima, que em honra da religião se devia demolir e transferir-se a imagem de Nossa Senhora para a capela de Santa Ifigênia”, que também pertencia a uma confraria de pretos-minas.

Nossa Senhora Auxiliadora - 24 de maio

Conheça a história de devoção a Nossa Senhora Auxiliadora 
Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.

A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.

No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês seqüestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.

O Santo Padre ficou cativo por cinco anos, sofrendo toda espécie de humilhações. Uma vez fracassado, Napoleão cedeu à opinião pública e libertou o Papa, que voltou a Savona para cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio VII entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Os bens eclesiásticos foram restituídos. Napoleão viu-se obrigado a assinar a abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o velho pontífice.

Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.

sábado, 27 de agosto de 2016

Nossa Senhora da Confiança - 08 setembro

Confiança! Confiança! Eu venci o mundo! (Jo 16, 33).

NOSSA SENHORA DA CONFIANÇA
A invocação de Nossa Senhora da Confiança é essencialmente brasileira e teve origem na cidade de São Paulo, em 1959, sendo, portanto um dos mais recentes títulos de Maria Santíssima.

A irmã Alice Marie Senise, do Colégio Notre Dame, no Sumaré, passava constantemente de ônibus pelo cemitério protestante do Redentor e observou a existência de bonita imagem de Nossa Senhora sobre determinado túmulo. Integrada com o fato, ficava sempre se questionando qual a razão desta estátua maciça de pedra naquele local.

Em uma de suas passagens por ali, notou que a imagem não estava mais em seu pedestal. Preocupada, desceu do ônibus, para saber o que haviam feito dela. A porta do cemitério estava fechada, mesmo assim, através das frestas, pôde ver a estátua atirada no lixo. 

Irmã Alice Marie, com seu jeito carinhoso e aflito convenceu o zelador do cemit6ério a ceder-lhe a efígie a fim de levá-la para sua casa, conseguindo, um mês depois, no dia 20 de abril, que a imagem de Maria fosse transferida para o Colégio Notre Dame. A Irmã encontrou no educandário pela porta dos fundos pela porta dos fundos e foi diretamente ao tanque para lavar a bonita estátua, que estava toda suja, notando que, além de quebrada, faltava-lhe uma das mãos. Mandou então restaurá-la devidamente por um escultor especializado, que conseguiu recuperar sua beleza anterior.

A dedicada freira recebeu instrução para que Nossa Senhora fosse venerada com um título, antes de coloca-la na capela do Colégio. Depois de muito pensar, no dia 3 de maio, durante a missa, na hora da comunhão, teve uma espécie, de inspiração divina, vindo-lhe a mente o Nome de Nossa Senhora da Confiança, aliás muito expressivo, pois devemos confirmar plenamente em nossa Mãe Celestial, que sempre proporcionou suas graças a todos o que a Ela recorrem.

Nossa Senhora da Boa-Fé



Devoção iniciada na era medieval e nascida na França e na Bélgica, tem como principal objetivo lembrar da fé ininterrupta de Nossa Senhora Mãe de Deus. A devoção se espalhou pela Europa chegando a Portugal em 1603 onde em Évora foi construída uma igreja em estilo Manuelino com apenas uma nave e paredes forradas de azulejos do século XVIII. Por possuir afrescos regionais e ter características únicas, esta igreja foi considerada Imóvel de Interesse Público pelo ministério da cultura de Portugal.

A Senhora é de madeira estofada tem um menino Jesus no braço direito que é feito da mesma madeira. O menino Jesus tem na mão esquerda uma romã e na direita um pedacinho da fruta que leva à boca. Esta milagrosa Senhora era em tempos chamada de Nossa Senhora das Nascenças e como sempre fez muitos milagres; todos tinham uma fé enorme nela e passaram a chamar-lhe Senhora da Boa-Fé.

Muitas pessoas na época iam até Évora para pedir milagres. Segundo uma lenda antiga, em uma ocasião, houve uma grande peste e todos vieram em peso, rezar uma missa e pedir à Senhora, pela saúde dos doentes. Então no meio da missa apareceu um anjo com uma espada ensanguentada nas mãos, limpando-a e metendo-a na bainha disse: “Vós sois bons, sois crentes, por isso Nossa Senhora os curou. Vão em paz e o Senhor vos acompanhe”. Nesse instante todos sentiram que era verdade, estavam bons e todos a uma só voz, gritavam: “Vós Senhora, sois a Senhora da Boa-Fé, pois só a fé nos curou”. E foi assim que lhe foi mudado o nome.

No largo, ao pé da igreja, existe ainda um zambujeiro onde sempre penduravam as oferendas que iam oferecer em louvor de Nossa Senhora da Boa-Fé, Essas ofertas eram de todo o tipo: ouro, incenso, roupas, animais, havia de tudo ali.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Nossa Senhora de Nazaré -15 setembro

Nossa Senhora de Nazaré
A devoção teve início com uma famosa aparição e milagre ocorridos em Portugal e espalhou-se pelas colônias portuguesas. No Brasil, a devoção a Nossa Senhora de Nazaré tem grande expressão em Belém (Pará) através do Círio de Nazaré, que se tornou uma das maiores procissões católicas do mundo, reunindo anualmente cerca de dois milhões de pessoas.

Origem da devoção em Portugal
Segundo a tradição, a sagrada imagem de Nossa Senhora da Nazaré foi esculpida por São José, sendo mais tarde pintada por São Lucas. No século sexto foi levada para a Espanha permanecendo no Mosteiro de Cauliniana, perto de Mérida, até 711, ano em que após a batalha de Guadalete foi levada para Portugal, onde permaneceu escondida, quase ignorada numa gruta do litoral, até ao ano de 1182, quando o cavaleiro D. Fuas Roupinho, por sua interseção, foi salvo milagrosamente, conforme conta a Lenda da Nazaré. O título desta invocação veio a dar o nome à vila da Nazaré, onde a imagem é venerada no Santuário de Nossa Senhora da Nazaré. Esta devoção foi conhecida em todo o Império Português, sobretudo devido à ação evangelizadora dos Jesuítas que consagraram a Nossa Senhora da Nazaré a sua principal casa de noviciado, em Lisboa, a capital do Império.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Nossa Senhora da Penha


Como tudo começou:

Quando os portugueses entraram na Baía de Guanabara, ficaram impressionados com sua beleza natural. Até hoje a cidade do Rio de Janeiro é chamada de “Cidade Maravilhosa”.

A Penha não foge à regra. Os visitantes do Santuário ficam maravilhados com a paisagem que podem contemplar do lugar que Nossa Senhora escolheu para derramar suas bênçãos de Mãe sobre os moradores do Rio e todos aqueles que visitam o seu Santuário.

A devoção à Santíssima Virgem sob o título de Nossa Senhora da Penha de França começou no século XV na Europa. Conta o Pe. Colunga em seu livro “Nuestra Señora de Peña de Francia”, que o peregrino francês Simão Vela, em 19 de maio de 1434, descobriu em Penha de França monte situado na serra do mesmo nome, na província de Salamanca a imagem de Nossa Senhora, tão importante para a cristandade.

Há uma tradição popular que diz ter sido o peregrino Simão Vela, recolhido num convento franciscano na aldeia de Puy e que ouvia sempre, em seus êxtases, uma voz que lhe dizia: “Simão, vela e não durmas” o qual passou a ter o sobrenome com que se tornou conhecido: Simão Vela.
Simão partiu e depois de cinco anos, descobriu a imagem que fora deixada por soldados franceses ao se esconderem naquele monte quando combatiam contra os muçulmanos.

Conta-se que o primeiro milagre ocorreu no local onde foi encontrada a imagem, quando um grupo de fugitivos foi perseguido por bandoleiros. Depois de terem invocado Nossa Senhora da Penha, viram-se livres de seus inimigos. Esse fato tornou-se muito conhecido e espalhou-se rapidamente. Seu eco atravessou a fronteira chegando até Guimarães, cidade do Minho (Portugal), onde a imagem passou a ser venerada. O próprio rei de Portugal, Dom Sebastião tendo alcançado a cura de uma grave doença por intermédio de Nossa Senhora da Penha, mandou erguer uma igreja em seu louvor, na cidade de Lisboa, em sinal de gratidão e devoção à Mãe de Deus e nossa. Hoje é uma das grandes paróquias da capital portuguesa.

Nossa Senhora da Esperança - 15 agosto

História
Nossa Senhora da Esperança é mais um título dado a Nossa Senhora.
A devoção à santa é de longa data, antes mesmo da descoberta do Brasil; e bastante difundida, principalmente, entre os navegantes portugueses.

Por viverem as aventuras e perigos nas travessias de mares e oceanos, os navegadores invocavam a proteção da Virgem Maria, na esperança de voltarem sãos e salvos para casa. A fé era tão grande que eles carregavam a imagem por onde fossem.

No Brasil, a crença chegou junto com a imagem de Nossa Senhora da Esperança, trazida pelos colonizadores portugueses, no momento da descoberta, em abril de 1500.

Conta-se que, ao chegar a terras brasileiras, Frei Henrique de Coimbra, membro da expedição de Pedro Álvares Cabral, presidiu a primeira Celebração Eucarística, que contou com a presença da imagem da Sta. no altar improvisado.

Dois dias após a descoberta, Cabral construiu uma capela para acolher a Santa, onde ficou sob os cuidados dos frades franciscanos até o século XVIII, quando retornou a Portugal.
A estátua foi embora, mas a fé não.
Desde então, várias paróquias e capelas foram construídas e consagradas à Santa, aqui no Brasil.

Nossa Senhora La Salete

História da Aparição de Nossa Senhora da Salette

Um dia de outono
Em meados de setembro de 1846, um camponês de Ablandins, Pedro Selme, está com o pastor adoentado. Desce a Corps, até a casa de seu amigo, o carroceiro Giraud:-"Empresta-me teu Maximino por alguns dias… "-"Maximino pastor? Ele é irresponsável demais para tanto!…" Conversa vai, conversa vem…, a 14 de setembro o garoto Maximino vai a Ablandins. No dia 17 percebe a presença de Melânia na aldeia. No dia 18 vão pastorear seus rebanhos nos terrenos de Comuna, no monte Planeau. Conversam então, e decidem voltar a pastorear juntos no dia seguinte e no mesmo lugar.

Nas pastagens da montanha
No sábado, 19 de setembro de 1846, bem cedo, as duas crianças sobem as ladeiras do monte Planeau. O sol resplandecia sobre as pastagens… Ao meio dia, no fundo do vale, o sino da Igreja da aldeia toca a hora do Ângelus. Maximino e Melânia tornam a subir pelo vale até a "fonte dos homens". Junto à fonte, comem pão e um pedaço de queijo. Outros meninos pastores, que pastoreiam mais abaixo, juntam-se aos dois e passam a conversar. Depois que eles partiram, Maximino e Melânia atravessam o regato e descem alguns passos até os dois assentos de pedras empilhadas, junto à poça seca de uma fonte sem água: e a "pequena fonte"

Uma estranha claridade
Contrariamente a seu costume, as duas crianças se estendem sobre a relva…e adormecem. O clima sob o sol de final de verão, é agradável. Nem uma nuvem no céu. calma e ao silêncio da montanha. Bruscamente Melânia acorda e sacode Maximino! - "Maximino, Maximino, vem depressa, vamos ver nossa vacas…Não sei onde andam!". Rapidamente sobem a ladeira oposta ao Gargas. Voltando-se, têm diante de si toda a pradaria: as vacas lá estão ruminando calmamente. Os dois pastores se tranquilizam. Melânia começa a descer. A meio caminho se detêm imóvel e, de susto, deixa cair o cajado.- "Maximino, olha lá, aquele clarão!" Junto à pequena fonte, sobre um dos assentos de pedra…um globo de fogo. "É como se o sol tivesse caído lá". No entanto, o sol continua brilhando num céu sem nuvens.

Maximino corre gritando:- "Onde está? Onde está?" Melânia estende o dedo para o fundo do vale onde haviam dormido. Maximino para perto dela, cheio de medo e lhe diz:- "Segura o teu cajado, vai! Eu seguro o meu e lhe darei uma paulada se "aquilo" nos fizer qualquer coisa". O clarão se mexe, se agita, gira sobre si mesmo. As duas crianças faltam palavras para externar a impressão de vida que irradia desse globo de fogo. Uma mulher ali aparece, assentada, a cabeça entre as mãos, os cotovelos sobre os joelhos, numa atitude de profunda beleza.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Nossa Senhora Imaculada Conceição - 08 dezembro

A Imaculada Conceição: “Piedosa crença” que se tornou dogma
Mons. João Clá Dias, EP
A Imaculada Conceição da Maria Virgem - singular privilégio concedido por Deus, desde toda a eternidade, Àquela que seria Mãe de seu Filho Unigênito - preside a todos os louvores que Lhe rendemos na recitação de seu Pequeno Ofício. Assim, parece-nos oportuno percorrer rapidamente a história dessa "piedosa crença" que atravessou os séculos, até encontrar, nas infalíveis palavras de Pio IX, sua solene definição dogmática.
Onze séculos de tranquila aceitação da "piedosa crença"
Séculos XII-XIII: Oposições
Os mais antigos Padres da Igreja, amiúde se expressam em termos que traduzem sua crença na absoluta imunidade do pecado, mesmo o original, concedida à Virgem Maria. Assim, por exemplo, São Justino, Santo Irineu, Tertuliano, Firmio, São Cirilo de Jerusalém, Santo Epifânio, Teódoro de Ancira, Sedulio e outros comparam Maria Santíssima com Eva antes do pecado. Santo Efrém, insigne devoto da Virgem, A exalta como tendo sido "sempre, de corpo e de espírito, íntegra e imaculada". Para Santo Hipólito Ela é um "tabernáculo isento de toda corrupção". Orígenes A aclama"imaculada entre imaculadas, nunca afetada pela peçonha da serpente". Por Santo Ambrósio é Ela declarada "vaso celeste, incorrupta, virgem imune por graça de toda mancha de pecado". Santo Agostinho afirma, disputando contra Pelágio, que todos os justos conheceram o pecado, "menos a Santa Virgem Maria, a qual, pela honra do Senhor, não quero que entre nunca em questão quando se trate de pecados".
Cedo começou a Igreja - com primazia da Oriental - a comemorar em suas funções litúrgicas a imaculada conceição de Maria. Passaglia, no seu De Inmaculato Deiparae Conceptu, crê que a princípios do Século V já se celebrava a festa da Conceição de Maria (com o nome de Conceição de Sant'Ana) no Patriarcado de Jerusalém. O documento fidedigno mais antigo é o cânon de dita festa, composto por Santo André de Creta, monge do mosteiro de São Sabas, próximo a Jerusalém, o qual escreveu seus hinos litúrgicos na segunda metade do século VII.

Tampouco faltam autorizadíssimos testemunhos dos Padres da Igreja, reunidos em Concílio, para provar que já no século VII era comum e recebida por tradição a piedosa crença, isto é, a devoção dos fiéis ao grande privilégio de Maria (Concílio de Latrão, em 649, e Concílio Constantinopolitano III, em 680).

Em Espanha, que se gloria de ter recebido com a fé o conhecimento deste mistério, comemora-se sua festa desde o século VII. Duzentos anos depois, esta solenidade aparece inscrita nos calendários da Irlanda, sob o título de "Conceição de Maria".

Também no século IX era já celebrada em Nápoles e Sicílias, segundo consta do calendário gravado em mármore e editado por Mazzocchi em 1744.

Nossa Senhora Desatadora dos Nós - 15 agosto

Conheça a verdadeira história da Mãe do belo amor!

É com muita alegria que me dirijo a você, hoje, para narrar-lhe a verdadeira história de Nossa Senhora Desatadora dos Nós. Trouxemos, Denis Bourgerie e eu (Suzel Frem Bourgerie), esta devoção ao Brasil em outubro de 1999 e, hoje, ao contemplá-la espalhada em todos os lugares e corações, lotando o Santuário onde tudo começou aqui em Campinas.

Só podemos agradecer sem cessar a Jesus e à Virgem do Belo Amor, porque só há uma resposta para que os olhos têm contemplado e o nosso coração experimentado: é a graça divina se manifestando nas vidas dos que Nela crêem e lançam seus problemas, como nós em suas Mãos de Misericórdia!

São milhares de pessoas que já passaram por este santuário, muitas delas vindas de longe, até mesmo de países vizinhos ao Brasil para orarem.

Este santuário, apesar de não se encontrar no centro da cidade, ficando situado discretamente em um bairro, passou a ser descoberto pelo Brasil e os fiéis o procuram sem medir esforços para ver a Mãe que desata os nós!

Quantas famílias reconciliadas! Quantos esposos voltando à Igreja! Quantos empregos concedidos! Quanta conversão! Fiéis que chegam de joelhos desde a rua até onde Ela se encontra no santuário, como sacrifício e reconhecimento pela graça concedida.

Cada vez mais fiéis o visitam e não podemos deixar de reconhecer que a Virgem Maria mudou completamente a vida do santuário a partir da entronização do seu quadro ali.

Dia a dia após Sua chegada, foram chegando os seus filhos e hoje, vemos a Glória de Deus diante de nossos olhos.

As missas lotam cada dia mais o santuário, que hoje parece pequeno: jovens, crianças, velhos, pobres, ricos, enfermos, famílias inteiras, enfim, o povo de Deus vem pedir auxílio à Mãe, que desata os Nós e Maria concede abundantemente o que lhe é pedido.

A devoção a Nossa Senhora Desatadora dos Nós.
Na verdade, Nossa Senhora Desatadora dos Nós é uma devoção que surgiu em 1700, na cidade de Ausburgo, na Alemanha. Um pintor desconhecido pintou a Virgem Maria inspirado na meditação feita por São Irineu, bispo de Lyon e mártir no ano 202, que, à luz do paralelismo escrito por São Paulo sobre Adão-Cristo, criou o de Eva-Maria, dizendo: “Eva, por sua desobediência, atou o nó da desgraça para o gênero humano; ao contrário, Maria, por sua obediência, o desatou!”

Por que chamamos a Virgem Maria de Nossa Senhora?

Por que chamamos a Virgem Maria de Nossa Senhora? 

A Virgem Maria sempre foi chamada de Nossa Senhora
O título de Senhor e Senhora, desde os primeiros séculos do Cristianismo, eram usados para os senhores de escravos, muito comum naquele tempo. Dentro desse contexto, a Virgem Maria disse ao anjo: “Eis aqui a escrava do Senhor” (Lc 1, 38).
Mas “Jesus é o Senhor”, como disse São Paulo (Fl 2,11); é o Rei dos Reis; e Sua Mãe é Rainha por consequência. Por isso, a Igreja entendeu que deveria chama-lá de Senhora. Os súditos do Rei eram também servos da Rainha. Ora, se somos súditos de Jesus, o somos também de Maria. A Ladainha Lauretana chama a Virgem Maria de Rainha dos Anjos, Rainha dos Santos, Rainha dos Apóstolos, Rainha dos Mártires, Rainha dos Confessores, Rainha da Virgens, Rainha dos Profetas. Ora, toda Rainha é Senhora em seu reino.

A Virgem Maria é aquela “cheia do Espírito Santo”, como a saudou sua prima Santa Isabel, que em alta voz disse: “Bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1,42). Ela é “a filha predileta de Deus”, diz o Concílio Vaticano II (LG n. 53), “aquela que, na Santa Igreja, ocupa o lugar mais alto depois de Cristo e o mais perto de nós” (Lumen Gentium, n. 54).

São Bernardo, doutor da Igreja, o apaixonado cantor da Virgem Maria, no Sermão 47 diz: “Ave Maria, cheia de graça, porque é agradável a Deus, aos anjos e aos homens. Aos homens, por causa de sua fecundidade; aos anjos, por sua virgindade; a Deus por sua humildade. Ela mesma atesta que Deus olhou para ela porque viu sua humildade”.

Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos - 30 maio

Rainha dos Apóstolos – 30 de maio
Padre Tiago Alberione, fundador da “Família Paulina” (família formada de cinco congregações e três institutos), quis colocar as congregações sob a proteção de São Paulo Apóstolo e sob o olhar de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos.
Padre Alberione em sua ação missionária sentiu, de maneira especial, a presença da Mãe de Deus, e quis que seus discípulos e discípulas a venerassem sob o título de Rainha dos Apóstolos. Desejando uma imagem que representasse de uma forma especial e significativa, Maria oferecendo ao mundo seu Filho que tem nas mãos um papiro simbolizando o Evangelho, encomendou um grande painel da Virgem Santíssima ao artista romano João Batista Conti.
A pintura do quadro da Rainha dos Apóstolos, realizada pelo pintor João Batista Conti, em 1935, é considerada unanimemente como a reprodução oficial e fiel da idéia de Padre Alberione. Nele Maria aparece de pé diante do altar oferecendo Jesus ao mundo como a Verdade para contemplar enquanto Jesus traz na mão um pergaminho enrolado. O apóstolo Paulo está em primeiro plano com a espada na mão e um livro fechado. São Pedro, no centro do quadro, com a mão erguida aponta para a Rainha dos Apóstolos que está circundada pela luz do Espírito Santo. Os dois apóstolos são considerados as colunas da Igreja. Alguns apóstolos e santos estão em atitude de oração ou absortos em meditação.

Este quadro foi colocado na igreja de Alba, Itália, igreja matriz das congregações paulinas, edificada em agradecimento à proteção de Nossa Senhora aos seus filhos.
Existe outra representação de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, onde Maria aparece juntamente com os apóstolos, no dia de Pentecostes.
Como diz Alberione: “O Espírito Santo habitou de modo permanente em Maria, foi o seu mestre, o seu guia. Ela alcançou o conhecimento mais profundo da revelação de Deus contida nos livros do Antigo Testamento e viveu-a de forma plena. O ‘Magnificat’ mostra-nos quanto conhecia sua doutrina, quanto a vivia e a usava na oração e na meditação”.

Contudo, a invocação a Maria como Rainha dos Apóstolos não é recente, pois já existia nas Ladainhas Loretanas, instituídas por São Gregório Magno no século VII, atualizadas posteriormente. É também bastante conhecido nos meios artísticos um mosaico bizantino do século XII, na igreja do Torcello (Itália), no qual a Mãe de Deus aparece de pé com o Menino Jesus ao colo, rodeada pelos doze apóstolos.
Muito tempo antes de Tiago Alberione, São Vicente Pallotti o fundador da Sociedade do Apostolado Católico, já havia colocado a sua obra missionária sob a tutela da Rainha dos Apóstolos, a fim de que os seus filhos, unidos em sincera e profunda devoção a Maria, com Ela e por Ela alcançassem as luzes e graças do Espírito Santo para tornarem-se destemidos propagadores do Reino de Cristo.

DORMIÇÃO DE NOSSA SENHORA

DORMIÇÃO DE NOSSA SENHORA
Pórtico da Igreja das Cruzadas do Túmulo de Maria, parte integral do Getsémane, no lugar onde, segundo a tradição, Maria foi elevada ao Céu em corpo e alma. Na sequência da festa da Assunção de Nossa Senhora, podemos reflectir sobre aquilo a que se chamou a Dormição.

Emprega-se este termo Dormição como um neologismo que os dicionários ainda não registam em referência ao que se chamaria a Morte de Nossa Senhora.

Como a morte é a consequência do primeiro pecado, pecado original, e Nossa Senhora foi concebida sem pecado original, não estava sujeita à morte e então, para falar da morte de Nossa Senhora, emprega-se esta expressão de Dormição de Nossa Senhora. Algumas reflexões sobre a Dormição de Nossa Senhora, a propósito da conclusão da vida terrena de Maria.

1. O Concílio Vaticano II retomou os termos da Bula de definição do dogma da Assunção e afirma :
- A Virgem Imaculada, que fora preservada de toda a mancha da culpa original, terminando o curso da sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma. (LG 59).

Nossa Senhora dos Aflitos, Consoladoras dos Aflitos, Consolata ou Consolação e da Correia

Há muitas invocações ligadas ao título de Consoladora dos Aflitos.
Além de haver uma ampla iconografia relacionada a esse título.Tudo depende de em que lugar e como foi implantada tal denominação.

Aqui, colocarei algumas histórias, no entanto, há muitas outras relacionadas ao título de Consoladora dos Aflitos.
Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos também conhecida como Nossa Senhora da Consolação, Consolata em italiano, Nossa Senhora da Correia e Nossa Senhora dos Aflitos.
1)NOSSA SENHORA CONSOLATA – TURIM- ITÁLIA - 21 junho
Cada vez mais se confirma que a Virgem Maria é a mãe de todos os povos, são unânimes em proclamar o grandioso auxílio da Virgem Maria, que por isso é invocada pelos cristãos com o título de Consoladora dos Aflitos.

A devoção para com Nossa Senhora Consolata ou Consoladora dos Aflitos surgiu em Turim, Itália, na metade do século V, por iniciativa do bispo São Máximo.

Segundo a tradição, Santo Eusébio, bispo de Vercelli, trouxe o quadro de Nossa Senhora Consolata da Palestina para a Itália no século IV e o entregou a São Máximo, bispo de Turim. São Máximo, por sua vez, no ano 440, expôs o quadro à veneração dos fiéis, num pequeno altar erguido no interior da igreja do Apóstolo Santo André. A convite do Bispo, o povo, começou a venerar a Virgem daquele quadro com grande fé e devoção. Maria respondia com muitas graças, e fatos extraordinários, sobretudo em favor das pessoas doentes e sofredoras. Sensibilizados com o amor misericordioso da Virgem Maria, São Máximo e o povo começaram a invocá-la com muitos títulos: Nossa Senhora Mãe das Consolações, Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos, Nossa Senhora Consolata.

O quadro de Nossa Senhora Consolata permaneceu exposto à veneração dos fiéis, durante quatro séculos consecutivos. Por volta do ano 820 entrou em Turim a heresia dos iconoclastas (pessoas que destruíam toda e qualquer imagem ou quadro religioso exposto ao culto). Em tal circunstância, temendo que o quadro da Consolata fosse destruído, os religiosos que tomavam conta da igreja de Santo André resolveram tirá-lo do altar e escondê-lo nos subterrâneos da igreja. Mas a perseguição se prolongou por muitos anos. Assim, o quadro ficou desaparecido pelo espaço de um século. Este fato fez com que os fiéis deixassem de frequentar a capela e perdessem a lembrança da Virgem Consolata.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Nossa Senhora Consolata - Turim-Itália - 20 junho

HISTÓRIA E ORAÇÃO A NOSSA SENHORA CONSOLATA ou CONSOLAÇÃO- Turim-Itália

Também conhecida como Nossa Senhora da Consolação ou Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos e ainda Nossa Senhora da Correia.

Cada vez mais se confirma que a Virgem Maria é a mãe de todos os povos, são unânimes em proclamar o grandioso auxílio da Virgem Maria, que por isso é invocada pelos cristãos com o título de Consoladora dos Aflitos.

A devoção para com Nossa Senhora Consolata ou Consoladora dos Aflitos surgiu em Turim, Itália, na metade do século V, por iniciativa do bispo São Máximo.

Segundo a tradição, Santo Eusébio, bispo de Vercelli, trouxe o quadro de Nossa Senhora Consolata da Palestina para a Itália no século IV e o entregou a São Máximo, bispo de Turim. São Máximo, por sua vez, no ano 440, expôs o quadro à veneração dos fiéis, num pequeno altar erguido no interior da igreja do Apóstolo Santo André. A convite do Bispo, o povo, começou a venerar a Virgem daquele quadro com grande fé e devoção. Maria respondia com muitas graças, e fatos extraordinários, sobretudo em favor das pessoas doentes e sofredoras. Sensibilizados com o amor misericordioso da Virgem Maria, São Máximo e o povo começaram a invocá-la com muitos títulos: Nossa Senhora Mãe das Consolações, Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos, Nossa Senhora Consolata.

O quadro de Nossa Senhora Consolata permaneceu exposto à veneração dos fiéis, durante quatro séculos consecutivos. Por volta do ano 820 entrou em Turim a heresia dos iconoclastas (pessoas que destruíam toda e qualquer imagem ou quadro religioso exposto ao culto). Em tal circunstância, temendo que o quadro da Consolata fosse destruído, os religiosos que tomavam conta da igreja de Santo André resolveram tirá-lo do altar e escondê-lo nos subterrâneos da igreja. Mas a perseguição se prolongou por muitos anos. Assim, o quadro ficou desaparecido pelo espaço de um século. Este fato fez com que os fiéis deixassem de frequentar a capela e perdessem a lembrança da Virgem Consolata.

No ano 1014, Nossa Senhora apareceu a Arduíno, Marquês de Ivréia, gravemente enfermo, e lhe pediu que construísse uma capela em sua honra em Turim, junto às ruínas da antiga igreja de Santo André. O Marquês Arduíno milagrosamente curado por Nossa Senhora, e tocado profundamente pelos favores da Virgem Maria, empreendeu a construção da capela.

Nossa Senhora da Correia Santo Agostinho e Santa Monica - 21 de janeiro

Nossa Senhora da Consolata é o nome italiano para uma devoção conhecida como Nossa Senhora da Consolação, Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos e Nossa Senhora da Correia

Nossa Senhora da Correia Santo Agostinho e Santa Monica

Convívio intenso, separação definitiva
Os três anos de vida pública de Nosso Senhor Jesus Cristo foram passados entre os discípulos e apóstolos. Era um convívio intenso, apenas superado pelo relacionamento havido entre Jesus e Sua Mãe Santíssima nos trinta anos em que, estando juntos, olhavam-se e queriam-se bem e, assim, viviam a mais elevada forma de relacionamento humano: amavam-se.

Um dia chegou a hora crucial da missão redentora de Nosso Senhor: chegou a Paixão. Num instante, Jesus passou pela morte de cruz e foi sepultado. Embora tenha chegado também a manhã da ressurreição, e Cristo Ressuscitado ter manifestado-se em várias oportunidades, aquele convívio inicial já não mais existia, era inatingível.
Os apóstolos puderam ainda acompanhar Nosso Senhor ressuscitado quando, quarenta dias depois da ressurreição, Ele subiu aos céus. Foi um favor inestimável, uma graça enorme, mas foi também a separação definitiva. Nosso Senhor voltou glorioso para a direita do Pai Eterno.

Aqueles homens ficaram sem Jesus e tinham uma missão a cumprir. Eles vacilavam. Ainda não estavam confirmados em graça, viviam de uma Fé fraca. Vendo Jesus afastar-se, eles poderiam deixar-se invadir por uma onda de desolação, incerteza, e medo. Poderiam muito bem julgarem-se desamparados, abandonados e... sem consolo.

Mãe de todo Consolo
Apesar do clima de desalento e abandono que rondava as almas deles, eles sabiam que Nossa Senhora era a mais fiel e santa das criaturas e que nela encontrariam consolo para seus espíritos. Sobretudo eles acreditavam que Maria -"cheia de graça"-- trazia em si a presença consumada, a ação constante do Espírito Santo Consolador. Eles sabiam que poderiam pedir a Ela o consolo na aflição e o auxílio que lhes faltava. Disso eles tinham certeza.
Foi nessa ocasião que, de dentro de sua fraqueza, inspirados pela graça divina que nunca falta, os apóstolos e discípulos realizaram um ato sublime de humildade, de reconhecimento, de exaltação: procuraram estar juntos de Nossa Senhora, sob a proteção dela!
Recorreram a Ela, pediram Seu auxílio e assim reconheciam que Ela era a única que mantinha a certeza, vivia a esperança da Fé e confiava. Como verdadeira Mãe dos discípulos de seu Divino Filho Jesus, Maria Santíssima foi a fonte do consolo de todos. Foi este consolo que trouxe aos apóstolos alento e os ajudou a cumprir a missão que a Providência lhes tinha dado.

Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos em Luxemburgo

Nossa Senhora da Consolata é o nome italiano para uma devoção conhecida como Nossa Senhora da Consolação, Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos e Nossa Senhora da Correia

Consolar não é apenas enxugar o pranto de quem chora; é muito mais do que isso. É dar força, dar ânimo, e dar decisão. Nossa Senhora é a consoladora dos aflitos. O homem que fica aflito, facilmente se acabrunha exageradamente, perdendo a coragem e se entregando. Nossa Senhora o consola dizendo: “Meu filho, ânimo! Eu te concedo forças para lutar”
Plinio Corrêa de Oliveira Revista Arautos do Evangelho, Fevereiro/2014, n. 146, pp. 52
Nossa Senhora Consoladora dos Aflitos em Luxemburgo
Padroeira do pequenino Grão Ducado de Luxemburgo, cuja população tem sido, tradicionalmente, modelo de fidelidade a Maria Santíssima
· Valdis Grinsteins 

Quando lemos histórias de antigas devoções à Virgem, muitas vezes nos deparamos com a dificuldade de entender a importância dos acontecimentos que lhes deram origem, devido à grande mudança que se verificou em nosso estilo de vida em relação ao de nossos antepassados.

Nossa Senhora de Pentecostes - 17 setembro

Nossa Senhora de Pentecostes, Padroeira da Fraternidade Jesus Salvador

O ícone de Nossa Senhora de Pentecostes foi nos dado por Deus, através da inspiração no coração de nosso Fundador, Pe. Gilberto Maria Defina,sjs, em oração com alguns amigos reunidos no início da década de noventa.

“Eu nunca encontrei escrito em algum lugar onde Nossa Senhora fosse invocada como Nossa Senhora de Pentecostes. Foi um momento em que minha alma exultou de alegria por essa inspiração (…) tudo seria através de Maria, por meio de Maria, Nossa Senhora de Pentecostes nos traria na evocação de seu espírito a graça do Espírito Santo” (Pe. Gilberto Mª Defina,sjs-Autobiografia, p. 134).

A pedido de nosso Fundador, o ícone de Nossa Senhora de Pentecostes foi escrito pelo italiano Pe. Fúlvio Francesco Giuliano, PIME: “o padre entendeu perfeitamente minha explicação” (idem), afirmou o nosso Fundador ao ver o ícone pronto.

O ícone original se encontra na Capela Maior de nosso Seminário que leva o nome de nossa padroeira: Seminário Nossa Senhora de Pentecostes. A sua celebração ocorre dia 17 de setembro, dia da Fundação dos nossos Institutos, como queria nosso Fundador e aquele a quem Deus concedeu a inspiração desta devoção.

http://www.salvistas.com.br/espiritualidade-2/nossa-senhora-de-pentecostes/n-sra-de-pentecostes/

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Nossa Senhora das Flores

Nossa Senhora das Flores ou Madona das flores de Bra
A tradição secular conta que na periferia da cidade de Bra, em Cuneo, Nordeste da Itália, na estrada que hoje conduz a Turim, existiam duas trilhas campestres que se uniam num só caminho, conduzindo ao centro habitado.

Nele havia um muro de pedra, circundado por olmos, plátanos e arbustos de ameixas silvestres, com um nicho contendo singela imagem de Nossa Senhora, pintada por mãos inábeis.

No frio anoitecer de 29 de dezembro de 1336, uma jovem esposa de nome Egídia Mathis, quase no final da gravidez, voltava para casa, quando foi assediada por dois soldados mercenários, mal-intencionados, que queriam violentá-la.

Desesperada, não sabendo como se defender de ambos, Egídia correu agarrando-se à imagem de Nossa Senhora, caindo de joelhos e invocando o seu auxílio.

Inesperadamente, uma luz muito forte jorrou do nicho, cegando os dois soldados, que fugiram apavorados.

Em seguida, Nossa Senhora tornou-se visível a Egídia, reconfortando-a por alguns minutos e assegurando-lhe que o perigo havia passado.

A moça, cansada da exaustiva corrida, teve antecipadas as dores do parto e deu à luz um menino, entre os arbustos das ameixeiras silvestres, ressequidos pelo rigoroso inverno.

Ao lado dela, permanecia Nossa Senhora a confortá-la com doces palavras.

Nossa Senhora da Eucaristia

Jesus se torna acessível às pessoas na comunhão

O Papa João Paulo II escreveu o documento Ecclesia de Eucharistia falando da extrema ligação de Nossa Senhora com a Eucaristia. Há um nexo profundo entre Maria Santíssima e a Eucaristia; o próprio Papa João Paulo II afirma que Ela foi o primeiro sacrário do mundo, por essa razão, Ela em tudo tem a ver com Jesus Eucarístico. A primeira coisa que o saudoso Pontífice nos recorda é que Maria não estava presente no momento da instituição da Eucaristia, na Santa Ceia, pois não era o papel dela estar lá, mas através de sua intercessão, realizou-se o milagre da transubstanciação pelo poder do Espírito Santo.

O que faz um homem ser homem? É a beleza física? A cor dos seus cabelos? O formato de sua orelha? Nada disso. O que o faz ser homem é algo que não se vê, é a alma! É a essência de alguém que o faz ser quem é. Assim, quando vemos a hóstia branca, redonda, de diversos tamanhos, não fazemos conta da essência, da substância e é isso que acontece no momento da transubstanciação, ou seja, a transformação da substância vinho e pão para Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.


Jesus se torna acessível às pessoas na comunhão. Todos podem receber a Eucaristia, independentemente de sua condição física ou psicológica. Deus quis que você recebesse o Corpo, a Alma e a Divindade de Cristo. É Jesus, que se esconde e se aniquila através da Eucaristia.
Só há um caso em que o Senhor não está na hóstia: é quando o trigo ou o vinho se estragam, deixando de ser pão e vinho, não tem como ser Jesus. Jesus não “está” no pão, Jesus é o Pão Consagrado. Quantas vezes, Ele entra na boca de um bêbado e até de alguém que não está preparado para recebê-Lo na comunhão.

Quando compreendermos o amor de Jesus por nós, nosso desejo pela Eucaristia será maior. Hóstia significa “vítima oferecida em sacrifício”. Cristo deu o poder aos sacerdotes para consagrarem a substância do pão e do vinho em Corpo e Sangue d’Ele por inteiro, é a palavra de Cristo pelo sacerdote. O sacramental é aquilo que depende de nossa fé; mas, o sacramento é diferente, pois, por exemplo, no sacramento do batismo a criança não precisa ter fé para acontecer a graça, pois é Deus quem opera.

Nossa Senhora Rainha dos Anjos - 02 agosto

A Porciúncula, lugar predileto de São Francisco

No dia 02 de agosto, a Ordem Franciscana celebra a festa da Porciúncula, lugar predileto de São Francisco. Trata-se da pequenina capela, verdadeiro berço da família franciscana, que se encontra atualmente dentro da grande basílica de Nossa senhora dos Anjos, na planície de Assis.

“No passado entendia-se por Porciúncula uma outra realidade. Era uma região pantanosa e caracterizada pela presença de bosques que se localizava na planície sudoeste de Assis ocupando alguns quilômetros. No meio desta planície existia uma capela dedicada à Virgem, sob a denominação de Santa Maria dos Anjos, ou, devido à região, Santa Maria da Porciúncula” (Dicionário Franciscano, Vozes, 1999, pag. 600).

O seráfico pai já tinha restaurado a capela de São Damião e a capela de São Pedro quando chegou à Porciúncula:

“Ele se transferiu a outro lugar que se chama Porciúncula, no qual havia uma igreja da bem-aventurada Virgem Mãe de Deus construída na antiguidade, mas estava então deserta e por ninguém era cuidada. Quando o santo de Deus a viu assim destruída, movido de compaixão, porque se abrasava de devoção para com a Mãe de toda bondade, começou a morar aí permanentemente. E aconteceu que, depois que restaurou a dita igreja, decorria o terceiro ano de sua conversão. Neste tempo, trajando um hábito parecido com o eremítico, cingindo uma correia e portando um bastão, andava com os pés calçados” (1Celano 21).

São Boaventura escreve assim a esse respeito:

São Francisco “foi para um lugar que se chama Porciúncula, no qual existira uma igreja da Beatíssima Virgem Mãe de Deus, construída antigamente, mas agora abandonada, sem que ninguém dela cuidasse. Quando o homem de Deus a contemplou tão abandonada, pela fervorosa devoção que tinha para com a Senhora do mundo, começou a morar ali assiduamente para a restauração da mesma. E, sentindo aí a frequência das visitações angelicais, de acordo com o nome desta igreja que desde a Antiguidade era chamada Santa Maria dos Anjos, estabeleceu-se aí por causa da reverência aos anjos e por causa do amor especial à Mãe de Cristo” (Legenda Maior 2, 8).

Ali, na Porciúncula, foi revelada para São Francisco a “forma de vida” que ele deveria abraçar:

“Num certo dia, quando se lia na mesma igreja o Evangelho sobre como o Senhor enviara seus discípulos a pregarem, estando presente o santo de Deus, como tivesse entendido de alguma forma as palavras do Evangelho, depois que se celebraram as solenidades da missa, ele suplicou humildemente ao sacerdote que lhe fosse explicado o Evangelho. (…) Ouvindo São Francisco que os discípulos de Cristo não deviam possuir ouro ou prata ou dinheiro, não levar bolsa nem alforje nem pão nem bastão pelo caminho nem ter calçados nem duas túnicas, mas pregar o reino de Deus e a conversão, (…) disse:

 ‘É isto que eu quero, é isto que eu procuro, é isto que eu desejo fazer do íntimo do coração’. 

Por conseguinte, apressa-se o santo pai, transbordando de alegria, em cumprir o salutar conselho e não suporta demora alguma, mas começa devotamente a colocar em prática o que ouviu. Desata imediatamente os calçados dos pés, depõe o bastão das mãos e, contente com uma só túnica, trocou a correia por um cordão. Desde então, prepara para si uma túnica (…) prepara-a muito áspera (…) prepara-a, finalmente, paupérrima e grosseira, para que de maneira alguma ela possa ser desejada pelo mundo” (1Celano 22).

domingo, 14 de agosto de 2016

Nossa Senhora da Defesa

Durante o inverno, no ano de 1410, na época das imigrações, um exército de godos invadiu a bacia de Ampezzano, na Itália.

Os habitantes se reuniram para se defender. Como se sentiram sem defesa, e eram homens tementes a Deus, invocaram Nossa Senhora e Ela apareceu num trono sobre nuvens com uma espada na mão.

Quando os inimigos estavam prontos para atacar, Nossa Senhora desceu sobre aquele lugar.

As nuvens debaixo de seus pés causaram uma escuridão tão grande que os inimigos não se reconheciam e se confundiam, entrando em luta contra si mesmos, até se destruírem.

Nossa Senhora, entre outros títulos gloriosos é venerada como "Nostra Signora Della Difesa", na catedral de Ozieri em Sassari, na ilha da Sardenha-Itália.

ORAÇÃO E NOVENA A NOSSA SENHORA  DA DEFESA

ORAÇÃO
Nossa Senhora da Defesa, virgem poderosa, recorro a Vossa proteção contra todos os assaltos do inimigo, pois Vós sois o terror das forças malignas.

Eu seguro no Vosso manto santo e me refugio debaixo dele para estar guardado, seguro e protegido de todo mal.

Mãe Santíssima, Refúgio dos pecadores, Vós recebestes de Deus o poder para esmagar a cabeça da serpente infernal e com a espada levantada afugentar os demônios que querem acorrentar os filhos de Deus.

Curvado sobre o peso dos meus pecados venho pedir a Vossa proteção hoje e em cada dia da minha vida, para que vivendo na luz do vosso filho, Nosso Senhor Jesus Cristo eu possa depois desta caminhada terrena, entrar na pátria celeste.
Que Assim Seja.

sábado, 13 de agosto de 2016

Nossa Senhora da Boa Hora

Nossa Senhora da Hora ou Nossa Senhora da Boa Hora ou Nossa Senhora do Parto ou Nossa Senhora do Bom Parto é uma devoção mariana, invocada para interceder nos instantes das maiores aflições: para a cura das doenças do corpo e da alma, e especialmente na hora do parto, protegendo a vida das mulheres grávidas e dos bebes, e também na hora da morte.

A devoção à Nossa Senhora da Hora ou da Boa Hora é invocada para interceder nos instantes das maiores aflições: para a cura das doenças do corpo e da alma, e especialmente na hora do parto, protegendo a vida das mulheres grávidas e dos bebes.

O parto sempre foi um momento delicado para a mulher e a família, principalmente no tempo em que a medicina não oferecia as condições atuais para proteger a mãe e a criança.

Nossa Senhora da Hora é Padroeira da Freguesia homônima, do Conselho de Matosinhos, próxima da cidade do Porto, em Portugal.

Ela possui esse nome graças à fé que sua população sempre dedicou à Santa Padroeira.

E que, por isso, pacificamente não aceitou a mudança do nome do local.

Antes do século XVIII, essa Freguesia era apenas uma aldeia, com uma única 'venda' abastecida de gêneros alimentícios, tecidos, ferragens, remédios e outras miudezas.

Assim é que vivia o povo simples do local conhecido como povoado da Senhora da Hora.

A Capela de Nossa Senhora da Hora foi construída por desejo de Aleixo Francisco, em l514.

Ele escolheu um local do Monte do Viso, onde existia uma fonte natural com sete bicas, conhecida como: Mãe das Águas.

Logo a devoção se espalhou entre o povo que a elegeu para sua Padroeira.

A grande fé dedicada à Senhora da Hora acabou recaindo até na água das sete bicas, que passou a ser usada num ritual singular criado por eles.

Devido a proximidade com a cidade do Porto, a Vila 'da Senhora da Hora' se desenvolveu e sua população cresceu.

Das terras mais distantes do país acorriam inumeráveis peregrinos àquela Capela, para colocarem aos pés da Virgem as ofertas prometidas em horas difíceis.

No inicio de 1932, foi criada a Freguesia da Senhora da Hora.

Desde 1968, a Capela se tornou Santuário da Padroeira.
A sua festa anual é celebrada na quinta-feira da Ascensão, uma data móvel- Quinta feira da Ascensão (40 dias depois da Páscoa).

A região da Gafanha é belíssima, banhada por rio e por mar em toda a sua extensão.
O povo muito religioso começou a se referir ao local como Gafanha da Boa Hora, em homenagem à sua Padroeira.

Rosário das Lágrimas - Promessas medalha e Consagração

ROSÁRIO DAS LÁGRIMAS
N S DAS LÁGRIMAS

No dia 8 de março de 1930, Irmã Amália teve uma aparição da Santíssima Virgem, que se mostrou com uma túnica violeta, um manto azul e um véu branco que cobria Seu peito e ombros. Segurava em Suas Mãos um branco rosário brilhante, que lhe entregou dizendo:

“Este é o rosário de Minhas lágrimas, que foi prometido pelo Meu Filho ao nosso querido Instituto como uma parte de seu legado. Ele também já lhe deu as orações. Meu Filho quer Me honrar especialmente com essas invocações e, além disso, Ele concederá todos os favores que forem pedidos pelos merecimentos de Minhas lágrimas. Este rosário alcançará a conversão de muitos pecadores”.

O Rosário das Lágrimas, ensinado pela Santíssima Virgem à Irmã Amália, tem 49 pequenas contas brancas divididas em sete partes. É semelhante ao Rosário das Sete Dores de Maria e tem, no lugar da Cruz, a medalha de Nossa Senhora das Lágrimas. É rezado da seguinte forma:

Oração Inicial: 
"Eis-nos aos Vossos pés, ó dulcíssimo Jesus Crucificado, para Vos oferecer as Lágrimas d'Aquela que, com tanto amor, Vos acompanhou no caminho doloroso do calvário. Fazei, ó bom Mestre, que nós saibamos aproveitar a lição que elas nos dão para que, realizando a Vossa Santíssima Vontade na terra, possamos um dia, nos céus, Vos louvar por toda a eternidade. Amém”.

Nas contas maiores: "Vede, ó Jesus, que são as lágrimas d'Aquela que mais Vos amou na terra. E que mais Vos ama nos céus”.